E malcriada, respondona. Juro que às vezes nem sei como me seguro para não lhe torcer o pescoço! Fala comigo como se fosse uma coleguinha da escola. Quando a chamo à atenção (quando a ameaço...) pergunta porque sou má... manda-me calar(!!), entre muitas outras...
No outro dia, chateou-se comigo e chamou-me porca. Levou umas boas palmadas no rabo, claro!
Mas não aguentei o riso quando ele veio a correr defendê-la: "não bate à Tatiz, mãe" (e com uma cara de zangado e o dedo espetado, não estão bem a ver!) Ela a chorar baba e ranho, ele a repetir a ameaça sem se calar e nós a rir que nem uns perdidos!
Há 3 dias
Sem comentários:
Enviar um comentário